
“O segundo é este: ‘Ame o seu próximo como a si
mesmo’”
(Marcos 12.31)
Geralmente,
o que vemos é a síndrome da barganha: “Eu até posso amar você. Mas, o que eu
ganho com isso?”. Esta filosofia do ‘eu primeiro’ tem minado a força do amor.
Às vezes permanecemos inertes quanto a amar o próximo porque esperamos algo em
troca. Queremos reconhecimento e agradecimento; um tipo de recompensa qualquer.
Mas, este não é o amor que Jesus ensinou. Esse é o amor do ponto de vista do
mundo, um amor medíocre.
Charles
Swindoll, analisando este comportamento egoísta destaca que “como resultado
disso, os nossos padrões são, agora, a mediocridade e nossos objetivos, manter
a média” e fazer
média com o outro. Quando amamos de verdade fazemos tudo para a glória de Deus
sem esperar nada em troca. Dedicamo-nos de todo coração.
Para
amarmos o próximo precisamos nos esvaziar de nós mesmos. Reforçando: Se seguirmos a máxima
da psicologia de que devemos nos amar mais do que já nos amamos para amarmos o
próximo, jamais amaremos como Jesus nos ensinou. É imperativo um esvaziamento
de todo orgulho, vaidade, desejo egoísta, autopromoção, ânsia por distinção, e
assim por diante. O amor que a bíblia nos ensina é altruísta, ou seja, o
que pensa no outro primeiro. Através deste tipo de relacionamento alcançamos a paz, o amor
e a satisfação em nosso viver e no conviver com o próximo.
Portanto, o próximo "como a si mesmo" tem o sentido de desejar e buscar sempre o melhor para
si. Então, devemos fazer o mesmo para os outros: desejar o melhor para o outro também. Ame intencionalmente. Ame com alegria e sem
interesses pessoais. Ame como Deus ama você.
__Pr José Roberto | www.ipdiv.org.br
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